terça-feira, outubro 06, 2009

sem tempo para arrelias



à tarde


...até hoje.
(e sem o clik mágico da Margarida e do Zé Ricardo, mas com um batido de frutas tropical e o sorriso ímpar da Sara)
com abraços
mgm

quarta-feira, setembro 16, 2009

às portas - das eleições -

enviou a Manuela, envio-vos a vós
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007),

teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos,

por isso façam uma leitura atenta.



Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público


A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,

bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão

que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda

sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude

mais apreciada do que formar uma família

baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais

poderão ser vendidos como em outros países, isto é,

pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal

E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares

dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil

para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,

onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,

reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que

é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis

que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média

e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,

ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada

finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro

e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,

mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,

melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem

corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,

apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,

o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas,

mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita,

essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui

até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana,

mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,

é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,

o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,

mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a

erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,

nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei

com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece

a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados,

ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,

igualmente estancados... igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa

a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os santos,

a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses

nada poderá fazer.

Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,

não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,

de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?... MEDITE !

PARTILHE, contribua!
EDUARDO PRADO COELHO

terça-feira, setembro 15, 2009

sábado, agosto 29, 2009

doce

A atmosfera medieval vem da cidade renascida à noite. Oiço ainda a música da varanda, as coisas que a minha varanda já ouviu, enciclopédia de sons. Depois da meia-noite a coruja branca vem do castelo e sobrevoa os prédios antigos, como um grifo, numa cantoria arrepiante anunciando sombrias desgraças, não fosse de um branco fluorescente fantasma como uma companhia conheço-lhe as asas e o esgar. Às vezes vozes, normalmente, o silêncio de um mar longínquo trincheirado pela serra. Conheço-os todos – os sons. Fui-os guardando neste metro quadrado de fascínio.

A verdade é que já me levaram as tralhas. Custam-me o peso dos papéis. As memórias.
Parece custar mais largar o que não presta, penso.

D. O telefonou hoje: era para perguntar se gosta de doce de tomate ou de abóbora? Então não gosto?!!! Claro que sim.
Já foi embora?
Estou de partida.
Quando voltar passo em sua casa para lhe dar um frasco. Lembra-se do meu desenho a pastel? Era pastel de quê? Aquilo ficou bem? Se calhar deveria melhorar? Lembra-se? Era uma casa com árvores…
Pastel seco. Lembro-me bem. Vá tentando, vá descobrindo.

É que gostava de experimentar a tela, foi pena a operação, perdi muitos meses, não experimentei…ainda experimentei a aguarela mas a professora disse que tinha de pintar como a água, não é? aquilo ficou estranho, carregado, precisava arranjar...e ainda tenho a maleta e os fascículos de pintura…voltei a inscrever-me, queria aprender...
Eu sei.
Quando voltar diga-me que eu passo aí e levo o doce.

Quando eu voltar…um frasco doce à espera.

Uma partida deve ser leve como aguarela. sinto. a chegada, doce.

quarta-feira, agosto 26, 2009

“Como Nós”.
António Lobo Antunes

"Espero por ti cá em baixo enquanto a paciência azul das ondas escreve o teu nome com gestos de alga na praia e um rosto de aguarela me fita, imóvel, de um segundo andar, de tal maneira real que decerto não existiu nunca um rosto tão espantado como o meu espanto de ninguém me responder se bato à porta da casa onde vivo e que me aperta os ombros como um casaco emprestado, espero por ti com a luzinha de um cigarro na língua a fim de que me reconheças na escuridão destas duas da tarde demasiado claras, espero por ti a tremer de não ter febre e despenteado pelo vento que não há, o cão afasta-se desiludido como tudo se afasta do meu corpo, mesmo a sombra enrodilhada de vergonha em torno dos sapatos e quando as sombras se envergonham de nós mais vale desistir, trancarmo-nos no quarto de banho e ficar a ver no espelho o rosto que não somos já, que não seremos mais, espero por ti a tremer como um namorado muito feio espera, à chuva, de crisântemos outonais na mão, a namorada também feia que se esqueceu dele, de nariz nas cortinas a assistir ao Domingo, espero por ti, e nisto o automóvel ancora no lancil e no banco traseiro, sozinha, o teu sorriso descobre-me e caminho ao teu encontro, a medo, de joelhos aflitos, para te explicar as girafas do Jardim Zoológico indiferentes ao estrondo dos altifalantes, tão ruidoso como o silêncio do meu amor por ti."

clotilde perrin


prairies virtuelles-carnet d'idées Peggy Nille


:
Voyage sur la Baie 2006


minuscule tv

III
ir descobrindo
...

segunda-feira, agosto 17, 2009

gosto do Oeste e do Atlântico...

da Ericeira ao Cabo da Roca. passando pelas Azenhas do Mar, o Magoito, a praia da Adraga e...principalmente a Foz do Lizandro. O mar malandro.
gosto da costa alentejana, até Sagres. tudo.

...de férias que não tive.

Ver

Aqui

e
(condomínio aberto-vila utopia)(curioso como a ideia de condomínio fechado desinteressa ao bom gosto-senso)(seja como for é uma utopia inteligente e bonita de ver)(criatividade, natureza integrada)(ui! como custa a simplicidade)

domingo, agosto 02, 2009

olharCE - nova revista

"Cultivar a permanência do olharCultivar a permanência do olhar nas fissuras do cotidiano – corpos e vidas – possibilita-nos a experiência de um tempo que escorre, e não apenas se precipita. Nessa dimensão de tempo escorredouro e dilatado – não-escorregadio – o espaço entre se configura: entre-imagem, entre-movimento, entre-lugar. O momento do tempo não administrado por completo pela lógica da mercadoria - o lugar dos possíveis. Onde o princípio esperança poderia muito bem morar.
Como diz Michel de Certeau, lugar é tudo o que se pode sonhar sobre o lugar. Mais: lugar é justamente o que poderia ser tão próximo, que nos faz estranhar o que é desumano e transcender, inventar, povoar o que nunca houve, mas que pode ser. O que de tão fronteiriço alcança os interespaços com uma lógica outra que nos ultrapassa, em nossa solidão. E – seria bom ousar dizer – simplesmente nos humaniza.
Em um processo de atualização ininterrupto, eis como o ato de dançar pode constituir-se num entre-lugar: como um regime de disponibilidade onde se coloca um corpo, independente de sua localização geográfica. Linha de fuga, que fizesse seu caminho de ida e, logo, voltasse, cumprindo seu avesso. Assim se pode dizer que dançar é tornar visível o que nos é familiar e, por isso mesmo, tornou-se invisível. Dançar é também desfamiliarizar – compor gesto e cena com corpos intensivos, potencializadores de encontros e afetos que nos vêm de um futuro nunca acontecido antes. Como diria o educador Paulo Freire: é função da arte criar o inédito viável – o que nunca se teve, mas que pode vir a ser.
A revista OLHARCE surge nesse contexto como uma das ações do projeto Bienal Internacional de Dança do Ceará/De Par Em Par, que nos anos pares, intervalares aos anos do Festival, investe em ações focadas em formação – artística e de público – centradas em três eixos: registro e memória; circulação; produção corpo-imagem.
O principal objetivo é dar visibilidade às ações que vêm sendo desenvolvidas na área da dança no Ceará, apostando em novos desdobramentos e conexões. Que os espaços, os artistas e os territórios aqui apresentados sejam do mundo, deslocando-se das limitações geográficas, habitando a terceira margem. Ou o outro lado que a imagem aponta: o que não se pode tocar, mas se adivinha.
Aqui estão relações que estabelecemos ao longo do período de dez anos. Movimento e pausa. É a isso que a Bienal Internacional de Dança se propõe: evidenciar relações – mais do que produtos, objetos, obras – e deixar ver a complexidade de nosso próprio tempo, em seus embates culturais, sociais, econômicos. Em seu discurso amoroso. Mover-se no nosso tempo, nos espaços do cotidiano que se pode ver que se move: voar entre eles. E trazer o devir para tão perto, que se pode encantar o hoje com o terceiro minuto da aurora.
No dorso desse cavalgar, o imaginado é tomado como uma estação. Onde as relações aqui vividas, através de uma produção artística diversa e, a um só tempo, próxima, possa provocar, ainda e sempre, não apenas o sonho, mas o exercício de sonhar."
David Linhares e Andréa Bardawil

quinta-feira, julho 30, 2009

fetival futureplaces 2009


ontem, Heitor Alvelos e Anselmo Canha apresentaram, no Pavilhão do Conhecimento uma performance musical-digital baseada num projecto de investigação multimédia-design-sociológico. "The case of STOP", um shopping degradado do Porto ocupado por mais de 100 músicos.

Divinal! Inteligente! Consequente!


"We rocked the house - literally. Extracts from the START! event recordings were played (LOUD!), and the idea of Music as Research was explored through a scientific abstract. And the world premiere of KREV 6 (Ash 7.8) was witnessed by many."


As fotos são minhas :-)

quarta-feira, julho 29, 2009

Ciência Viva -

Saturno Enceladus

criar 2009


Metas


“Ante esta realidad sobrecogedora que a través de todo el tiempo humano debió de parecer una utopía, los inventores de fábulas que todo lo creemos nos sentimos con el derecho de creer que todavía no es demasiado tarde para emprender la creación de la utopía contraria.Una nueva y arrasadora utopía de la vida, donde nadie pueda decidir por otros hasta la forma de morir, donde de veras sea cierto el amor y sea posible la felicidad, y donde las estirpes condenadas a cien años de soledad tengan por fin y para siempre una segunda oportunidad sobre la tierra”.

Gabriel García Márquez. La soledad de América Latina.Discurso ante la Academia por la concesión del Premio Nobel



Este texto ha sido elaborado como desarrollo al acuerdo alcanzado en la XVIII Conferencia Iberoamericana de Educación celebrada en El Salvador el día 19 de mayo de 2008. Se trata de una primera versión cuyo objetivo es facilitar el debate que haga posible llegar a un acuerdo entre todos los países sobre la educación que queremos para la generación de los bicentenarios.
Estos materiales están pensados para que tengan la mayor difusión posible y que, de esa forma, contribuyan al conocimiento y al intercambio de ideas. Se autoriza, por tanto, su reproducción, siempre que se cite la fuente y se realice sin ánimo de lucro.

Índice
Presentación
Capítulo 1
Los Bicentenarios: una oportunidad para la educación iberoamericana
Los Bicentenarios de la independencia
El significado del proyecto
Objetivos del milenio y declaración mundial de educación para todos
De 2015 a 2021: una etapa término que sirve también para tomar impulso

Capítulo 2
¿De dónde partimos? La situación educativa de Iberoamérica frente a las metas educativas 2021
Diversidad entre los países iberoamericanos y en cada país
Alfabetización y educación básica de jóvenes y adultos
Educación inicial
Educación primaria
Educación secundaria
Educación terciaria
Los resultados académicos de los alumnos iberoamericanos en los estudios internacionales
Los recursos disponibles en la escuela

Capítulo 3
Las metas educativas de los países iberoamericanos
El esfuerzo de los países para mejorar su educación y la dificultad de integrarlos en metas comunes
El marco definido por los acuerdos internacionales
Las metas educativas iberoamericanas

Capítulo 4
Los desafíos de la educación iberoamericana
Un círculo trágico: pobreza, desigualdad y escasa educación
La riqueza multicultural y su olvido histórico
La inequidad educativa
Mayor cobertura pero insuficiente
Desajustes notables entre educación y empleo
Culturas juveniles e inclusión social

Capítulo 5
Hacia dónde queremos ir juntos
La integración de las dos agendas educativas para recuperar el tiempo pasado y avanzar
Una sociedad educadora
El fortalecimiento de las instituciones educativas
Educar en la diversidad
Doce años de educación de calidad
Los profesores, en el centro de la agenda educativa
Elevar el nivel educativo y cultural de las familias y de todos los ciudadanos
Impulsar un nuevo sistema de educación técnico profesional
Reforzar la investigación científica en Iberoamérica y extender la modalidad de los estudiantes universitarios y de los investigadores
En síntesis: educación, culturas, ciencia e innovación

Capítulo 6
Las metas educativas, sus indicadores y sus niveles de logro
Meta general primaria. Reforzar y ampliar la participación de la sociedad en la acción educadora
Meta general segunda. Incrementar las oportunidades y la atención educativa a la diversidad de necesidades del alumnado
Meta general tercera. Aumentar la oferta de educación inicial y potenciar su carácter educativo
Meta general cuarta. Universalizar la educación primaria y la secundaria básica y mejorar su calidad
Meta general quinta. Ofrecer un currículo significativo que asegure la adquisición de las competencias básicas para el desarrollo personal y el ejercicio de la ciudadanía democrática
Meta general sexta. Incrementar la participación de los jóvenes en la educación secundaria superior, en la técnico profesional y en la universitaria
Meta general séptima. Favorecer la conexión entre la educación y el empleo a través de la educación técnico profesional
Meta general octava. Ofrecer a todas las personas oportunidades de educación a lo largo de toda la vida
Meta general novena. Fortalecer la profesión docente
Meta general décima. Ampliar el espacio iberoamericano del conocimiento y fortalecer la investigación científica
Meta general décimo primera. Invertir más e invertir mejor

Capítulo 7
El compromiso para avanzar juntos: los programas de acción compartidos
1. Programa de apoyo a la gobernabilidad de las instituciones educativas, a la consecución de pactos educativos y al desarrollo de programas sociales y educativos integrales
2. Programa de atención educativa a la diversidad del alumnado y a los colectivos con mayor riesgo de exclusión
3. Programa de atención integral a la primera infancia
4. Programa de mejora de la calidad de la educación
5. Programa de educación técnico profesional
6. Programa de educación en valores y para la ciudadanía
7. Programa de alfabetización y educación a lo largo de la vida
8. Programa para el desarrollo profesional de los docentes
9. Programa de educación artística, cultura y ciudadanía
10. Programa de dinamización del espacio iberoamericano del conocimiento

Capítulo 8
El financiamiento de las metas educativas 2021. Un esfuerzo solidario para invertir más y mejor
Costos y financiamiento del Plan Iberoamericano de Alfabetización

Capítulo 9
El seguimiento y la evaluación de las metas 2021 para sostener el esfuerzo
Criterios para el diseño y la puesta en marcha del sistema de seguimiento y evaluación
Principales productos previstos del sistema de seguimiento y evaluación
Mecanismos de coordinación
Tareas necesarias para diseñar y poner en práctica el sistema de seguimiento y evaluación
Descargar documento completo

terça-feira, julho 28, 2009

artinteractiva

O Poema
O poema me levará no tempo

Quando eu já não for eu

E passarei sozinhaEntre as mãos de quem lê

O poema alguém o dirá

Às searas

Sua passagem se confundirá

Como rumor do mar com o passar do vento

O poema habitará

O espaço mais concreto e mais atento

No ar claro nas tardes transparentes

Suas sílabas redondas

(Ó antigas ó longasEternas tardes lisas)

Mesmo que eu morra o poema encontrará

Uma praia onde quebrar as suas ondas

E entre quatro paredes densas

De funda e devorada solidão

Alguém seu próprio ser confundirá

Com o poema no tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, Livro Sexto.

naomi



Le Retour A La Raison (The Return to Reason) is a black and white film by Man Ray from 1923. The music was composed and filmed by Donald Sosin.

Camille Utterback - arte cibernética

quinta-feira, julho 16, 2009

Kedalivre

Arapouca na minha cuca, escuta: * Em estado de sítio procuro a fagulha, o indício, fonte deste fogo de ofício transmutante, que me percorre de morte a sul, do início até ao recomeço* Silêncio fino respira, rouba meu chão, descalça meus pés * Coração regressa à alma que se alinha radiosa* Eu, ela, sua própria Keda em luz. * Já fiz uma viagem longe * Longe fui sem sair do sítio* Dei a volta ao mundo * Na curva redonda do teu gingar * O amor é lindo, o amor é belo, o amor é sab, o amor é titi * Tua beleza brilha todos os dias* 2ª, 3ª, 4ª, 5ª 6ª, sábado, domingo * Tantos humores, tantos sabores* É tuti-fruti. * Aki vou eu em keda livre * Teu olhar hoje traz-me esperança * Por vezes preciso de um olhar assim * De saber que estás perto, que sentes por mim * Tua amizade, cumplicidade é luz no meu coração * Não me largues a mão, não me digas que não * Anda dançar comigo * Vamos colar pelo umbigo * Eu contigo, tu comigo * Ser humano no amor fundido * Eu contigo. Tu comigo * Ser humano é ser divino. (sara tavares-Xinti)

sábado, julho 11, 2009

murmúrio do tempo fundo da cadeia da relação do Porto



"Murmúrios do Tempo é o relato impossível das vozes excluídas que só chegam até nós porque esses registos fotográficos que as calam se conservaram em casas como estas, onde a História chega apenas através de alguns nomes e muitos silêncios." M. Tereza Siza in catálogo da exposição Murmúrios do Tempo, Porto, Instituto Português de Fotografia, 1997, p. 5"

Lewis Carrol


pretonobranco


Henri Carier-Bresson



Doisneau 1934

caminhante é caminho.caminho de caminhante.cafuné

segunda-feira, julho 06, 2009

"Odeio o privilégio e o monopólio. Para mim, tudo o que não pode ser dividido com as multidões é "tabu". M. Gandhi

sábado, junho 27, 2009

Luciano di Concetto

Ivete Sangalo e Maria Bethânea

Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.

Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.

Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.

Que perfeito coração
morreria no meu peito
morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Alexandre O'Neill
Amália recuperada no projecto Hoje
"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença.
Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda".

Clarisse Lispector
Foto: Bresson "salto"


“O mais importante e bonito, do mundo, é isto:


que as pessoas não estão sempre iguais,


ainda não foram terminadas,


mas que elas vão sempre mudando.


Afinam e desafinam.


Verdade maior.”





João Guimarães Rosa

sexta-feira, junho 26, 2009

...foi assim na ARPE...




testemunho no Jornal Torrejano (desta semana) no dia da Inauguração

(depois coloco artigo)

segunda-feira, junho 22, 2009

quinta-feira, junho 18, 2009

Xinti






EXPOSIÇÃO da ARPE e da ESML
























































Na SEde da ARPE está a exposição dos trabalhos...










fica aqui uma pequena amostra





com a Dona Fernanda a ler o poema "Grito à vida!" que escreveu e ilustrou










pedindo desculpas por a fotógrafa não ser "lá essas coisas"...

terça-feira, junho 16, 2009

HOJE

O Mestre Zen Sekito uma vez disse o seguinte:

"Porque a raiz existe, aparecem as folhas"

hoje recebi esta mensagem da Ana Margarida Silva

e tive de descobrir, pelo timbre, que era a a.mar

sou-te grata Margarida...soube-me tão bem...

Hoje os meus alunos de pintura da ARPE, inaguraram na sua sede, a sua exposição artística que estará patente até ao dia 21 de Junho...o espaço e o momento e tudo e todos foram emocionantes!

soube-me tão bem...
Estou-vos grata.

Hoje comecei uma nova classe de formação de professores...
e soube-me tão bem...

e senti-me agradecida por ter tido tanta gente, hoje, a aturar-me.

benvindos!

como os meus alunos dizem "estou exaurida!" também:-)





domingo, junho 14, 2009

Em arte não podemos dissociar
forma de significado

“forma é significado”
Elliot Eisner 2002

sábado, junho 13, 2009

mais bloguistas...mesmo nos finalmentes:-)

com "noi artitas"
e
e bom, a Eliana também me deu endereço, mas não consigo apanhá-la...
se aqui vieres deixa o teu registo, sim?

ken robinson ted

sexta-feira, junho 12, 2009

coisas que admiro

Jobim canta Vinicius, Vinicius canta Caetano, Caetano canta Gilberto, Gilberto canta Chico, Chico canta Bethanea, Bethania canta Regina, Regina é cantada por Rita, Rita canta Gilberto, Adriana canta Simone, Simone canta Vinicius...uff!
Esta gente canta todo o mundo...

imitação é uma espécie de elogio
esse povo ensina a ir para além do ego
por isso a música se propaga ao povo
se oferece ao mundo
por isso Adriana diz,
"vamos comer Caetano"...
e ele não se importa,
se entrega
bonita a lição
assim eles se multiplicam
se agigantam
enquanto outros se diminuem na arte dos segredos do que é, só, um pequenino seu
por isso não ligo a direitos de autor
autor já tem os seus direitos e os seus avessos
"tem o dever de dar o seu dom ao mundo" (Lima de Freitas)
se te copiam é porque inspiras
enquanto quem imita expira
e não há nada de mal,
só exite um em cada um
só é gente quem, mesmo ao imitar, se inventa

Mana Bernardes


Domingos Tótora





e




Olivia Byington



Andreia Dias





desenhador do quotidiano

Eduardo Salavisa e o autor aqui entrevistado por estudantes

os blogs na página da Escola

é só visitar

sábado, junho 06, 2009

em "da janela"

poemas enquadrados




e Caiero, Alberto Caeiro


à equipa da Biblioteca Municipal, à Margarida em especial
um carinho doce
e a lembrança que fica - sempre - na colaboração activa dos alunos
de quem não esquece...
do que realmente importa
bem hajam

é assim...

...ao querer socar na água encontrou ar
toda oxigénio
atacar oxigénio só o ignóbil - depois tem de o respirar
de tanto tentar
só a si acerta
and_breathe_out_by_Gwarf

+ Ana Ventura
















sexta-feira, junho 05, 2009

terça-feira, junho 02, 2009

blogs dos 10º AVA e 12º AVA


10º AVA


Atelier de experiências da Ana Mourão

A vida de uma obra de arte Ana Rita

Atelier de memórias Andreia

A de Artes Vanessa

Lixeira pessoal Sara

hopoisfoi Marisa

fábrica de Desenho Joana

Unus dies regam orbis terrarum! Mwahahaha Nídia

Sofia e Sofia Casa do artista


12º AVA


Cláudia - metaforicamente aqui

Joana Geraldes - Folhas voadoras

Susana - Belisca-me, acordo

Sara Lopes - portfolio

Débora Coutinho - The Ayu's

segunda-feira, junho 01, 2009

Canções de Lisboa





"lágrimas negras" Bebo & Cigala

the notebook ou "El diario de Noah"

Fórum Mário Viegas Santarém


Exposição de Pintura


arte e a cidade


6 de Junho Sábado 17 h00


patente até 30 de Junho


Por ocasião das comemorações do 10 de Junho